O ginecologista é classicamente o médico da mulher, que a acompanha desde o período da adolescência até a terceira idade. Entre as principais áreas de atuação desse profissional estão:
- Consultas de rotina;
- Exames preventivos;
- Diagnóstico e tratamento de infecções, alterações hormonais, dor pélvica, miomas, cistos ovarianos e outras condições comuns;
- Aconselhamento sobre métodos contraceptivos;
- Acompanhamento e reposição hormonal na pós-menopausa.
Por que é importante buscar um ginecologista experiente a acolhedor?

O acompanhamento ginecológico vai muito além da realização de exames e consultas de rotina. A relação de confiança entre médica e paciente é essencial para que a mulher se sinta segura para falar sobre sintomas, dúvidas, inseguranças e mudanças do próprio corpo sem medo de julgamentos. Um atendimento acolhedor transforma a consulta em um espaço de escuta, orientação e cuidado individualizado.
O acolhimento faz diferença porque:
- Facilita que a paciente fale abertamente sobre sintomas íntimos
- Reduz ansiedade e medo durante consultas e exames
- Melhora a adesão aos tratamentos e acompanhamento médico
- Ajuda a mulher a se sentir respeitada e compreendida em todas as fases da vida
A Dra. Lorena Cerutti é médica ginecologista experiente no acompanhamento de todas as fases da vida da mulher. É formada em medicina pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), cursou a residência médica em Ginecologia e Obstetrícia e o fellowship em Endoscopia Ginecológica no Hospital Pérola Byington (Hospital da Mulher – SP), um dos maiores hospitais ginecológicos da América Latina e posteriormente em Cirurgia Minimamente Invasiva Avançada pelo Instituto IDor (Rede D’Or).
Possui título em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e em Endoscopia Ginecológica pela FEBRASGO.
Um ginecologista com formação e experiência em cirurgia minimamente invasiva ginecológica tem treinamento adicional além da residência médica em Ginecologia e Obstetrícia. Essa formação permite que o médico realize procedimentos complexos com segurança, precisão e foco no bem-estar da paciente, oferecendo opções que podem reduzir riscos e acelerar a recuperação. Cada paciente é avaliada de forma individualizada para determinar se a cirurgia minimamente invasiva é a melhor opção para o seu caso.

Para agendar uma consulta com um ginecologista é importante saber quais são as opiniões de outros pacientes que consultaram com o gineco. As avaliações do Google são excelentes para você ver avaliações sobre um médico ginecologista. Confira o que as pacientes falam da consulta com a Dra. Lorena:




Como é a minha consulta ginecológica?
A consulta ginecológica é muito mais do que um exame ou check up. Ela é um momento de escuta, acolhimento e cuidado integral com a saúde da mulher.
No meu consultório, cada paciente é atendida de forma individualizada, com atenção às suas queixas, sua história e seu contexto de vida. Acredito que a medicina só é realmente eficaz quando há vínculo, confiança e empatia.

Escuta ativa e acolhimento
Muitas mulheres chegam após anos convivendo com dor, sangramentos anormais ou desconfortos que foram minimizados, mal ouvidos durante inúmeras consultas. Por isso, a consulta começa com uma conversa detalhada, onde você pode falar com tranquilidade sobre seus sintomas, medos e expectativas, sem julgamento ou qualquer repreensão.
Aqui, você não será interrompida.
Você será ouvida.
Avaliação completa e personalizada
Após entender sua história clínica, realizo uma avaliação criteriosa, explicando cada etapa do exame físico e solicitando apenas os exames realmente necessários.
Cada conduta é discutida de forma clara, para que você compreenda seu diagnóstico e participe das decisões sobre seu tratamento. Desta forma, decidimos em conjunto o que é melhor para o seu caso.

Tempo adequado para resolver o problema
Não trabalho com consultas apressadas.
O tempo da consulta é o tempo necessário para entender, investigar e orientar da melhor forma possível – geralmente entre 50 minutos, 1 hora ou até 1h30, quando o caso exige maior aprofundamento.
A saúde feminina é complexa e merece atenção cuidadosa. E o primeiro passo é entender bem a sua história clínica para alcançarmos o melhor tratamento.
Cuidado humanizado
Seja em uma consulta de rotina, no acompanhamento de endometriose, na investigação de dor pélvica ou na avaliação para cirurgia minimamente invasiva, meu compromisso é oferecer um atendimento técnico de excelência aliado a sensibilidade e respeito.
Acredito que cuidar da mulher vai além de tratar exames – envolve compreender sua dor, sua rotina, seus sonhos e sua qualidade de vida.
Motivos para consultar um ginecologista
O acompanhamento com o ginecologista não deve acontecer apenas quando há dor ou sintomas importantes. A consulta regular é essencial para prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado de diversas condições ginecológicas.
Veja as principais razões para procurar um ginecologista:
- Consultas de rotina e prevenção
- Alterações menstruais: Sangramento excessivo, irregularidade do ciclo, ausência de menstruação ou cólicas intensas podem estar relacionadas a miomas, pólipos, adenomiose ou endometriose.
- Dor pélvica ou dor na relação
- Sangramentos fora do período menstrual ou após a menopausa
- Miomas, cistos ou alterações em exames
- Cisto da glândula de Bartholin ou Bartholinite
- Desconforto íntimo com desejo de realizar ninfoplastia
- Planejamento cirúrgico ginecológico: condições como endometriose profunda, miomas volumosos ou dor pélvica crônica podem exigir avaliação por especialista em cirurgia minimamente invasiva.
Quando levar a filha ao ginecologista pela primeira vez?
Muitas mães se perguntam qual é a idade certa para levar a filha ao ginecologista. A resposta pode variar, mas existem recomendações importantes.

Existe uma idade ideal?
De forma geral, recomenda-se que a primeira consulta com o ginecologista aconteça:
- Entre 13 e 15 anos, mesmo que a adolescente não tenha iniciado vida sexual;
- Antes disso, caso surja algum sintoma ou dúvida.
O objetivo da primeira consulta nem sempre é realizar exame físico, mas sim orientar, acolher e esclarecer.
Em quais situações a consulta deve acontecer antes?
A avaliação ginecológica deve ser antecipada se houver:
- Menstruação muito dolorosa ou incapacitante
- Sangramento menstrual excessivo
- Ausência de menstruação até os 15 anos
- Corrimento persistente com odor ou coceira
- Dor pélvica frequente
- Dúvidas sobre desenvolvimento corporal
- Início da vida sexual
O que acontece na primeira consulta?
Na maioria das vezes:
- A consulta é principalmente conversada
- São esclarecidas dúvidas sobre ciclo menstrual, higiene íntima e mudanças do corpo
- O exame físico só é realizado se houver necessidade
O preventivo (Papanicolau) geralmente é indicado após o início da vida sexual, conforme orientação médica.
Por que é importante essa primeira consulta?
A consulta precoce:
- Ensina a adolescente a cuidar da própria saúde
- Cria vínculo com o médico
- Permite identificar precocemente alterações hormonais ou ginecológicas
- Ajuda a prevenir complicações futuras
Além disso, é uma oportunidade de orientar sobre saúde íntima, sexualidade responsável e prevenção de doenças.
E o que faz um ginecologista especialista em cirurgia minimamente invasiva ginecológica?
Além das consultas e tratamentos clínicos, muitos ginecologistas se especializam em cirurgias ginecológicas, especialmente nas técnicas chamadas minimamente invasivas. Esse termo se refere a procedimentos cirúrgicos que usam incisões muito pequenas ou nenhum corte grande no corpo da paciente, utilizando câmeras e instrumentos delicados para tratar problemas ginecológicos com menos trauma e recuperação mais rápida.
Os problemas mais comumente operados são: miomas, endometriose, pólipos uterinos, cistos de ovários, malformações uterinas, alterações das trompas, laqueadura tubária, entre outros.

As cirurgias minimamente invasivas ginecológicas são realizadas com:
- Laparoscopia ou videolaparoscopia: pequenas incisões no abdome por onde passam um telescópio e instrumentos cirúrgicos;
- Histeroscopia: acesso ao interior do útero por meio do canal vaginal, sem incisões externas;
- Cirurgias robóticas: realizadas com sistemas robóticos que ampliam a precisão e a visão do cirurgião, mantendo os benefícios da técnica minimamente invasiva.
Esse tipo de cirurgia traz vantagens importantes, como:
- Menor dor no pós-operatório
- Cicatrizes reduzidas
- Menor perda de sangue
- Recuperação mais rápida e retorno mais cedo às atividades do dia-a-dia
- Menor risco de complicações em comparação com cirurgias abertas tradicionais.
Quais são as doenças tratadas pelo ginecologista?
Endometriose
A endometriose é uma das principais causas de dor pélvica crônica e infertilidade. Ela ocorre quando tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, podendo atingir ovários, intestino, bexiga e outros órgãos.

Pode causar:
- Dor intensa na menstruação
- Dor na relação sexual
- Alterações intestinais no período menstrual
- Dificuldade para engravidar
Tratamento:
- Medicamentoso (controle hormonal)
- Cirúrgico, especialmente nos casos de dor persistente, infertilidade associada ou acometimento profundo
A cirurgia, quando indicada, é realizada preferencialmente por técnicas minimamente invasivas, como a videolaparoscopia.
Miomas uterinos
Os miomas são tumores benignos do útero extremamente comuns.

Eles podem causar:
- Sangramento menstrual excessivo
- Anemia
- Dor pélvica
- Aumento do volume abdominal
- Infertilidade
Tratamento:
Depende do tamanho, localização e sintomas. Pode ser:
- Apenas acompanhamento
- Tratamento hormonal
- Cirurgia (miomectomia ou histerectomia)
Hoje, muitas cirurgias para miomas podem ser feitas por laparoscopia ou histeroscopia, permitindo recuperação mais rápida.
Cistos ovarianos
Grande parte dos cistos ovarianos é devido à ovulação e desaparece espontaneamente. Porém, alguns podem crescer progressivamente, causarem dor, romper ou torcer o ovário.
Quando há suspeita de complicação ou persistência, a cirurgia pode ser necessária — geralmente por via minimamente invasiva, com cicatrizes bem pequenas.

Adenomiose
Condição em que o tecido do endométrio (camada de dentro do útero) invade a musculatura do útero.
Pode causar:
- Cólicas intensas
- Sangramento aumentado
- Dor pélvica crônica
O tratamento pode ser clínico, mas em casos graves e refratários, a cirurgia de retirada do útero pode ser considerada.

Prolapso genital (queda da bexiga, útero ou intestino)
Ocorre quando os órgãos pélvicos perdem sustentação. Muito comum em pacientes mais idosas ou mulheres que já tiveram vários partos normais.
Sintomas incluem:
- Sensação de peso ou “bola” na vagina.
- Abaulamento
- Dificuldade urinária ou evacuatória
O tratamento geralmente envolve cirurgia e as cicatrizes são mínimas, por serem realizadas via vaginal.
Perda de urina (incontinência urinária)
Ocorre quando a mulher perde urina aos esforços (quando tosse, espirra ou pega peso) ou quando tem que sair correndo para urinar quando a bexiga está cheia.
O tratamento geralmente envolve medicamentos, fisioterapia pélvica e/ou cirurgia. Em caso de necessidade de operar, as cicatrizes também são mínimas, por serem realizadas via vaginal.

Sangramento uterino anormal
Alterações no padrão menstrual são muito comuns.
As causas podem incluir:
- Miomas
- Pólipos
- Alterações hormonais
- Adenomiose
- Lesões pré-malignas

O tratamento é de acordo com o motivo do sangramento e se a mulher deseja ou não ter filhos no momento e no futuro. Isso tudo é discutido durante a consulta, podendo ser resolvido com medicação ou com cirurgia.
Pólipos uterinos
Pequenas lesões que crescem dentro do útero e que podem causar:
- Sangramento irregular em mulheres em idade fértil
- Sangramento no período pós-menopausa – nesses casos a investigação é obrigatória!
- Infertilidade
- Cólica

Eles podem ser benignos, lesões precursoras de câncer ou até mesmo malignas, por isso é muito importante o acompanhamento de médicos especializados neste assunto.
A retirada é feita por histeroscopia — procedimento minimamente invasivo, geralmente rápido, sem cortes e que, na maioria das vezes, permite alta hospitalar no mesmo dia.
Infertilidade feminina
O ginecologista investiga causas como:
- Endometriose
- Miomas
- Obstrução tubária
- Alterações hormonais
Algumas dessas condições exigem tratamento cirúrgico para melhorar as chances de gestação.
É o caso por exemplo da hidrossalpinge, condição que provoca “água” nas trompas, que acaba atrapalhando a gestação espontânea ou mesmo a transferência de embriões nas pacientes em programação de fertilização in vitro. Nestes casos, é necessário realizar a remoção das trompas para um maior sucesso do tratamento da infertilidade.

Essa cirurgia é realizada por técnica minimamente invasiva, com cortes bem pequenos e uso de videolaparoscopia, com a recuperação mais rápida e melhores resultados estéticos.
Ninfoplastia ou labioplastia (cirurgia íntima feminina)
A ninfoplastia é a cirurgia realizada para reduzir ou remodelar os pequenos lábios vaginais quando há hipertrofia (aumento excessivo) ou assimetria.
Embora muitas pessoas associem apenas à estética, na prática clínica ela pode ter indicação funcional, como:
- Dor ou incômodo ao usar roupas justas
- Desconforto durante atividade física
- Dor na relação sexual
- Irritações frequentes
- Infecções recorrentes por dificuldade de higiene

Quando deve ser feita a ninfoplastia?
- Desconforto físico significativo
- Impacto na autoestima e qualidade de vida
- Queixas persistentes após avaliação clínica
A ninfoplastia é um procedimento cirúrgico delicado, que exige conhecimento anatômico preciso para preservar sensibilidade e função.
Quando realizada com técnica adequada, proporciona:
- Resultado natural
- Preservação da sensibilidade
- Recuperação relativamente rápida
Pode ser feito em centro cirúrgico ou no consultório, o que permite maior praticidade para a paciente.
Cisto da Glândula de Bartholin
A glândula de Bartholin é responsável pela lubrificação vaginal. Quando o ducto dessa glândula obstrui, pode ocorrer:
- Formação de cisto (acúmulo de líquido)
- Infecção local, evoluindo para abscesso, chamada de bartholinite

Sintomas mais comuns:
- Dor intensa na região vaginal
- Inchaço unilateral
- Vermelhidão
- Dificuldade para sentar ou caminhar
- Febre (em casos de abscesso)
Tratamento:
- Abscessos geralmente necessitam drenagem cirúrgica.
- Em casos recorrentes, pode ser indicada a marsupialização (técnica cirúrgica que cria uma nova abertura para drenagem adequada) ou a remoção do cisto formado (Bartholinectomia).
- Pode ser realizado no centro cirúrgico ou no consutório, com anestesia local, garantindo também maior praticidade para a paciente.
Inserção de DIU e Implanon
Os queridinhos das mulheres, os métodos contraceptivos de longa duração, garantem maior segurança para evitar a gravidez, associados a maior duração e menos dor de cabeça em relação a manutenção do uso. Os principais são:
- DIU hormonal (Mirena ou Kyleena)
- DIU de cobre ou prata
- Implanon (implante hormonal subdérmico)

Todos esses são possíveis de inserir em consultório ou centro cirúrgico com sedação, garantindo maior conforto para a paciente.
A escolha do método é feita de forma personalizada, considerando seu perfil hormonal, seu histórico clínico, seus planos reprodutivos e seu estilo de vida. Alguns deles, com o DIU hormonal (Mirena) aliam a contracepção com a melhora do padrão do sangramento menstrual, sendo um dos métodos de primeira escolha para pacientes com endometriose ou adenomiose, por exemplo.
O procedimento é realizado com técnica cuidadosa, orientação prévia completa e acompanhamento pós-inserção, garantindo segurança e conforto.
Quando a cirurgia ginecológica é necessária?
A cirurgia é indicada quando:
- O tratamento clínico não resolve os sintomas
- Há dor intensa e persistente
- Existe risco de complicações
- A doença compromete fertilidade
- Há suspeita de malignidade
Sempre que possível, opta-se por técnicas de cirurgia minimamente invasiva, que oferecem:
- Menor dor pós-operatória
- Recuperação mais rápida
- Menor risco de complicações
- Melhor resultado estético
Ginecologista perto de mim?
Muitas pacientes procuram um ginecologista após a primeira menstruação ou relação sexual ou após identificarem alguma alteração em exames de rotina. Outras buscam atendimento ao perceber sintomas como dor pélvica, alterações menstruais, corrimento, sangramentos anormais ou dificuldade para engravidar.

As mulheres podem ser encaminhadas por diversas razões, como suspeita de endometriose, miomas, cistos ovarianos, alterações hormonais ou necessidade de avaliação cirúrgica.
Se você está se perguntando “como encontrar um ginecologista perto de mim?”, o ideal é procurar médicos que são formados em hospitais ou centros de referência, especialmente quando há necessidade de investigação mais aprofundada ou tratamento cirúrgico especializado.
Algumas pacientes já convivem com condições ginecológicas crônicas e precisam de acompanhamento contínuo. Outras buscam avaliação pré ou pós-operatória para cirurgias ginecológicas, como tratamento de endometriose, miomas ou cistos ovarianos. Também é comum que pacientes desejem uma segunda opinião especializada antes de realizar um procedimento cirúrgico.
Se você deseja confirmar se seu ginecologista é certificado e possui formação adequada, não deixe de consultar o site da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) ou verificar o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) no site do Conselho Regional de Medicina (CRM) que comprova a especialidade de um médico.
Se você está procurando uma ginecologista experiente e especializada em cirurgia minimamente invasiva ginecológica para cuidar da sua saúde íntima com segurança, atenção e abordagem individualizada, não hesite em agendar uma consulta com a Dra. Lorena Cerutti.

Cuidar da saúde da mulher é investir em qualidade de vida, bem-estar e prevenção de problemas futuros.
Lembre-se: sua saúde é prioridade.
Agende sua consulta e cuide de você com a atenção que merece.
Emparia, conhecimento técnico e explicação clara e direta sobre tudo perguntado. Meu problema era com relação a menopausa. Consulta perfeita, bem como o tratamento.
Muito obrigada pelo carinho Elizabeth, fico feliz em ter ajudado com o seu problema!